quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Lula comemora em Cuba os dois primeiros anos de governo absolutista de Raúl Castro

Fortaleza - CE, 24 de fevereiro de 2010.

Edição nº 43

Infelizmente para Lula, chamado por Obama de "O cara", o qual é visto como "O Estadista Global", tem como exemplos de democracia os governos da Venezuela e de Cuba, posicionando-se de uma forma contrária ao significado real de democracia, não se importando em seguir para Cuba para comemorar com um déspota, um ditador, um tirano, Raúl Castro - que ajudou seu irmão Fidel Castro à tomar o governo de Fulgêncio Batista, com a promessa de implantar democracia, quando na realidade, após a revolução transformou Cuba em espólio de família - os dois primeiros anos de governo absolutista.

Paz e Solidariedade,



Dr. Otoniel Ajala Dourado
Editor-Chefe da REVISTA SOS DIREITOS HUMANOS
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br
sosdireitoshumanos@ig.com.br


REPORTAGEM:


Visita a Cuba Lula saudará dois anos de Raúl Castro no poder

Em discurso hoje no porto de Mariel, a 50 km de Havana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saudará Raúl Castro por completar nesta quarta-feira dois anos como dirigente máximo de Cuba.

O investimento da Construtora Odebrecht no local, a ampliação do porto, porém, é uma das poucas notícias que o irmão mais novo de Fidel Castro tem para comemorar, em meio ao aperto do caixa governamental e a perspectiva cada vez mais distante de reformas na economia.

Ao lado de Raúl, Lula, em sua visita de despedida à ilha como presidente, participará do início da obra em Mariel, ao custo de US$ 300 milhões, financiados pelo Governo brasileiro. Os cubanos querem fazer do porto, famoso como ponto de partida do êxodo em massa de cubanos em 1980, um centro logístico da nascente indústria petroleira offshore, da qual a Petrobras faz parte. A estatal tem até maio para reportar os primeiros resultados da prospecção.

Segundo anunciou Lula, a Petrobras vai acertar ainda a instalação de uma refinaria de óleo combustível. A empresa EMS, segunda maior produtora de remédios genéricos, deve fechar a segunda joint-venture de uma empresa privada com capital brasileiro e o Estado cubano. A primeira é a Brascuba, produtora de cigarros e charutos. Está na pauta ainda um terceiro negócio: uma fábrica de vidro.

Apesar do entusiasmo do Governo brasileiro e suas agências de promoção, que mencionam sempre o potencial de longo prazo da ilha a 190 km da Flórida, a crise econômica e a ausência de reformas são sombra.

Continua havendo atrasos nos pagamentos de Cuba a fornecedores, inclusive do Brasil, assim como dificuldades para empresas transferirem fundos ao exterior. As liberações, em geral, ocorrem após gestões envolvendo o governo brasileiro. Raúl diz agora que é preciso fazer as mudanças sem "se apressar nem improvisar". (da Folhapress)




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