sábado, 10 de abril de 2010

REVISTA SOS DIREITOS HUMANOS: POLÍCIA PRENDE PEDÓFILO QUE POSSIVELMENTE MATOU OS SEIS JOVENS DESAPARECIDOS DE LUZIÂNIA - GO

Fortaleza - CE, 10 de abril de 2010.

Edição nº 171


Sexo livre, prosmicuidade, abandono parental, falta de diálogo, educação que não informa mais sobre moral e comportamento sadio são alguns dos motivos para os jovens fiquem fragilizados perante a pedofilia e assassinatos sexuais.

Confira a matéria que informa sobre a prisão de um pedófilo que possivelmente matou os seis jovens desaparecidos de LUZIÂNIA - GO.

Paz e Solidariedade,



Dr. Otoniel Ajala Dourado
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br


REPORTAGEM-PROVA:

DESAPARECIDOS DE LUZIÂNIA » Predreiro confessa a morte dos seis jovens. Dois corpos são encontrados pela polícia

Luiz Calcagno

A Polícia Civil de Goiás prendeu neste sábado (10/04), um pedreiro que teria confessado o assassinato dos seis jovens desaparecidos em Luziânia. Admar de Jesus, de 40 anos, levou os investigadores a uma área de mata e apontou onde estavam os corpos de duas das seis vítimas. A busca pelos restos mortais dos outros adolescentes terá início na manhã deste domingo, com o auxilio de um helicóptero cedido pela Polícia Federal.

Além de Admar, — condenado em Brasília por crimes sexuais contra menores —, mais quatro homens foram detidos nesse sábado sob a suspeita de participação nos crimes. A Polícia Federal, que apoia a Polícia Civil de Goiás nas investigações, efetuou três prisões em Brasília. Os policiais goianos, mais uma. Todos foram encaminhados para a 5ª Delegacia Regional de Luziânia (Centro), onde passariam a noite prestando depoimento. Com a irmã de Admar, foi apreendido um celular pertencente a um dos garotos sumidos.

Admar foi preso no Parque Estrela Dalva 4, onde mora. Dois dos seis adolescentes desaparecidos também viviam no mesmo bairro: Diego Alves Rodrigues, 13 anos, o primeiro desaparecido, e Márcio Luiz de Souza Lopes, 19. O local também fica perto do bairro Parque Estrela Dalva 8, onde outra vítima — George Rabelo dos Santos, 17 — morava. Os demais garotos que sumiram são Fábio Augusto dos Santos, 14 anos, Divino Luiz Lopes da Silva, 16, e Paulo Victor Vieira de Azevedo Lima, 16. Todos eles moram em algum setor do Parque Estrela Dalva, um extenso bairro de classe média baixa de Luziânia. Na noite deste sábado, bicicletas que seriam dos garotos foram encaminhadas à delegacia. Elas teriam sido encontradas com os suspeitos detidos.


O PRESIDENTE POLONÊS LECH KACZYNSKI MORREU EM UM ACIDENTE AÉREO OU EM UM ATENTADO?

Fortaleza - CE, 10 de abril de 2010.

Edição nº 170


Não é difícil imaginar que quando um avião cai com tanta autoridade junta seja na realidade um atentado, e infelizmente nem as investigações poderão provar muita coisa porque se for mesmo um ato de terrorismo, os responsáveis com certeza terão feito um trabalho bem feito.

Isto prova que ninguém está à salvo no mundo.


Paz e Solidariedade,



Dr. Otoniel Ajala Dourado
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
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REPORTAGEM-PROVA:

Presidente polonês e outras 95 pessoas morrem em acidente aéreo na Rússia



O presidente da Polônia, Lech Kaczynski, morreu neste sábado quando o avião em que viajava com 95 pessoas, entre elas sua esposa e os principais comandantes das Forças Armadas, caiu sem deixar sobreviventes perto de Smolensk (oeste da Rússia).


AP
Destroços do avião  que caiu na Rússia

Destroços do avião que caiu na Rússia

A tragédia ocorreu no momento em que a aeronave tentava pousar em meio à névoa densa, pouco antes das 11h de Moscou (4h em Brasília), perto de uma pista de pouso situada na periferia da cidade de Pechersk, a alguns quilômetros de Smolensk. "O avião teria se chocado com árvores, incendiando em seguida", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores polonês, Piotr Paszkowski, ao canal TVN24. "A bordo viajavam o presidente, a esposa, o chefe do Estado Maior e o vice-ministro das Relações Exteriores, Andrzej Kremer", acrescentou. Entre as vítimas também está o presidente do Banco Central polonês.

O presidente russo Dimitri Medvedev e o primeiro-ministro Vladimir Putin apresentaram condolências ao povo polonês e prometeram investigação minuciosa do acidente. "Como todos os cidadãos russos, soube desta tragédia com dor e compaixão profundos e sinceros", declarou Medvedev.

Todos se dirigiam a Katyn, perto de Smolensk, para assistir a um ato em homenagem a oficiais poloneses executados há 70 anos pela polícia de Stalin.

Católico fervoroso

AP
Presidente da Polônia  estava a bordo

Presidente da Polônia estava a bordo

Lech Kaczynski, que exerceu o cargo de prefeito da capital, Varsóvia, por três anos, foi eleito presidente da Polônia em 2005.

Advogado das políticas de bem-estar social e resistente a reformas de mercado, ele esteve no centro de polêmicas envolvendo sua agenda influenciada fortemente por um conservadorismo católico.

Com a confirmação da morte de Kaczynski, centenas de pessoas iniciaram uma peregrinação até a sede presidencial para depositar flores.

O correspondente da BBC em Varsóvia, Adam Easton, disse que o acidente é uma "catástrofe" para os poloneses. Segundo o repórter, o premiê do país, Donald Tusk, teria chorado ao ser informado do incidente.

Ele disse que, no passado, já houve manifestações a favor da substituição do Tupolev-154 presidencial, um avião concebido nos anos 1960 e capaz de transportar mais de 100 passageiros.

O primeiro-ministro, Donald Tusk, convocou uma reunião de emergência. Tusk convocou os membros de seu Executivo, alguns dos quais estavam fora de Varsóvia, e entrou em contato com o presidente do Parlamento, Bronislaw Komorowski.

Pela Constituição polonesa, cabe a Komorowski, como chefe do Parlamento, assumir a Presidência interinamente. A Polônia deverá organizar eleição presidencial antes do final de junho.

Veja o mapa do local do acidente aéreo:

iG

*com informações das agências AFP e BBC