terça-feira, 20 de abril de 2010

PÉROLAS DE SABEDORIA DA CANDIDATA DILMA: "SERRA PARECE BIRUTA DE AEROPORTO"

Fortaleza - CE, 20 de abril de 2010.

Edição nº 201

Em todas as campanhas os eleitores assistem felizes quando seus candidatos proferem palavras chulas aos adversários, como se o melhor para administrar o país, o Estado ou o Município, fosse aquele ou aquela que ganhasse em uma discussão de mesa de bar, numa casa de prostituição ou numa briga de trânsito.

Aquele(a) que xingar mais, que deixar o outro sem fala - ganha, aquele(a) que prometer mais, que disser que a vida mudará para melhor - ganha. Não precisa ser nada ou ninguém, basta saber brigar com palavras, ser - como diz Freud - sádico, pois as pessoas mais articuladas sempre são sádicas, é o que prova a política brasileira porque todos os que são eleitos apenas fazem a maioria sofrer, já que só dá vida boa aos de sua estirpe, aos cidadãos de primeira categoria.

Leia a matéria abaixo e diga se aprova este jogo baixo da política brasileira ou se ela deve parar.


Paz e Solidariedade,



Dr.
Otoniel Ajala Dourado
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
Presidente da SOS DIREITOS HUMANOS
Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE

www.sosdireitoshumanos.org.br
sosdireitoshumanos@ig.com.br


REPORTAGEM-PROVA:

Serra parece biruta de aeroporto, diz Dilma

A ex-ministra Dilma Rousseff atacou nesta segunda-feira o principal adversário na disputa presidencial, o tucano José Serra, após evento com blogueiros em Brasília. Durante coletiva de imprensa, questionada se Serra estava agindo como "lobo em pele de cordeiro", por não ter elogiado o presidente Lula, hoje em Minas, Dilma ironizou. “Ele está mais agindo como biruta de aeroporto. Cada dia de um jeito”, respondeu a petista.

Para Dilma, a oposição é um "lobo em pele de cordeiro", pois, apesar de defender a continuidade de alguns programas do governo, já afirmou que poderia acabar com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e alterar a política econômica. O Bolsa Família também já foi alvo de críticas de PSDB e DEM.

"Eu acho que é impossível se passar pelo que não é", completou a ministra.

Dilma também rebateu as críticas de que o PAC é apenas uma lista de obras. Disse que o programa é uma das prioridades das prefeituras ."Lamento quando ele fala isso. (..) Se falar que vai acabar com o PAC, eles vão ter de combinar com as prefeituras", desafiou a candidata.

Reprodução
Resprodução do site Dilma na web
A campanha do PT lançou a página da candidata hoje. Para evitar problemas com a lei eleitoral, o site tem "características de blog" e, por enquanto, não abrigará conteúdo eleitoral, tarefa quase impossível diante da dificuldade de controlar os internautas.

Dilma participou do lançamento ao vivo, pelo próprio blog. Conversou com internautas e falou sobre sua vida pessoal, internet e planos para a campanha.



LULA DÁ AUMENTO DE 9,28% À ENERGIA ELÉTRICA E DIZ QUE NÃO PODE PAGAR 7,71% AOS APOSENTADOS

Fortaleza - CE, 20 de abril de 2010.

Edição nº 200

Lula faz o que quer com os eleitores mas ainda assim é amada e idolatrado pela maioria estarrecedora, pois concede aumento superior a 9% à COELCE e diz que não tem como pagar aos aposentados 7,71%.

Que lógica é essa do presidente Lula? Se ele que é o governo arrecadador não tem 7,71% para aumentar os proventos dos aposentados como é que estes mesmos aposentados com aumento inferior a 7% terão como pagar 9% de aumento de energia elétrica?

Leia a matéria abaixo e continue adorando em quem é "pai dos pobres mas irmão dos banqueiros e proprietários de concessionárias de energia elétrica".


Paz e Solidariedade,



Dr.
Otoniel Ajala Dourado
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REPORTAGEM-PROVA:

Não há recursos para aumento de 7,71% a aposentados
Ministro diz que Previdência não tem dinheiro para arcar com reajuste pedido por parlamentares

AE | 19/04/2010 16:57Mudar o tamanho da letra:A+A-
O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, disse hoje que a Previdência não possui recursos para arcar com um aumento de 7,71% para os aposentados que ganham benefícios acima de um salário mínimo, como querem os parlamentares. "É 80% do PIB (de aumento real). Eu não vejo fonte de custeio para isso. Se o ministro da Fazenda encontrar fonte de custeio e o presidente aprovar, eu vou acatar", disse Gabas. O porcentual significaria um custo adicional de cerca de R$ 1,8 bilhão, segundo o ministro, sobre o reajuste proposto pelo governo em medida provisória encaminhada ao Congresso, de 6,14%.


Gabas relatou que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ficou de avaliar a possibilidade de conceder 7% em vez de 6,14%. O porcentual de 7% foi proposto para os dois ministros pelo líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP), com o objetivo de pacificar os parlamentares. Gabas afirmou que o aumento para 7% consumiria mais R$ 1,1 bilhão.


O ministro da Fazenda ficou de fazer um estudo das contas e levar ao presidente a discussão. "Não houve um acordo de que o reajuste seria de 7%. Eu não participei de nenhuma outra reunião em que se validou o acordo. Não quer dizer que ela não tenha acontecido. Pode ser que o presidente tenha autorizado ao ministro Guido e o ministro autorizou o líder ou o ministro Alexandre Padilha (das Relações Institucionais)", afirmou.


O ministro Gabas, em seguida, voltou a dizer que não houve acordo para um reajuste de 7%, mas que se a Fazenda conseguir recursos e o presidente aprovar, não há problema. Segundo Gabas, "o único acordo feito" foi antes da medida provisória que trata do tema ser enviada ao Congresso: feito pelo Ministério da Previdência com sindicatos e associações de aposentados para que o reajuste fosse de 6,14%, que corresponderiam ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais metade da variação do PIB de 2008.


"Tenho certeza que deputados e senadores terão responsabilidade nessa discussão. Quando se coloca um encargo desse tamanho nas contas da Previdência, está se discutindo a viabilidade da Previdência Social, dessa política que é importante para todo mundo. Isso não pode se misturar com qualquer aventura eleitoreira", afirmou. O ministro deu as declarações em entrevista à imprensa na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).